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Projetos de pesquisa e de preservação de acervos 


Autor e responsável pela execução: 

Aníbal Francisco Alves Bragança


a) Pesquisa:


Período: 2009-2012:

Título: “Sem livros não há instrução”. Reformismo ilustrado, estímulo à leitura na Colônia e a ação em Lisboa do botânico e editor Frei José Mariano da Conceição Veloso (1795-1808)

Descrição: Investigação das origens, fundamentos, e desenvolvimento, especialmente, no Brasil, dos possíveis resultados da política de estímulo à leitura empreendida, sob a regência do futuro D. João VI, por D. Rodrigo de Sousa Coutinho (Chaves, Portugal, 1755/1812, Rio de Janeiro), afilhado e discípulo do Marquês de Pombal, um dos principais representantes do chamado Reformismo Ilustrado, enquanto ministro da Marinha e dos Negócios Ultramarinos, de 1796 a 1801, e como Ministro dos Negócios da Fazenda e Presidente do Real Erário (1801-1803). Tal política tinha o objetivo de, através das práticas da escrita e da leitura na América Portuguesa, promover e difundir novos conhecimentos que levassem ao desenvolvimento, em especial, da sua agricultura, com novas técnicas e aclimatação de novas espécies, e da economia geral do Reino. 

Financiamento: CNPq (Bolsa de produtividade)

Situação: Em andamento


Período: 2006-2009

Título: Cultura escrita no Brasil – Momentos de formação (1795-1925)

Descrição: O projeto pretende, através de pesquisas documentais focadas em três momentos históricos e em três personagens das relações luso-brasileiras – Frei José Mariano da Conceição Veloso, naturalista brasileiro que criou e dirigiu em Lisboa a Casa Literária do Arco do Cego (1799-1801), Francisco Alves de Oliveira, livreiro-editor português, naturalizado brasileiro, criador da Livraria Francisco Alves (fundada em 1854 pelo seu tio Nicolau Antônio Alves, e que existe até hoje), e Carlos Malheiro Dias, escritor português que viveu um quase exílio no Brasil (nas primeiras décadas do século XX) e que aqui criou a revista O Cruzeiro – demonstrar como se deu a formação e o desenvolvimento da cultura letrada em nosso país, em suas relações com forte presença da oralidade da cultura tradicional e, posteriormente, com o início da chamada Era do Rádio. Como percurso principal o projeto estudará a formação da primeira editora que se formou em Portugal voltada especialmente para o desenvolvimento do Brasil, ainda quando vigente a proibição de instalação de tipografias na Colônia, a primeira editora brasileira focada no mercado do livro escolar quando aqui, de forma incipiente se instalava um sistema público de ensino, que tinha como referência o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, e o início da formação de um público leitor urbano que permitiu a criação da revista semanal de maior sucesso na história editorial brasileira.

Financiamento: CNPq – Bolsa de Produtividade

Situação: Concluído.


Período: 2005-2007

Título: Livro e História Editorial no Brasil

Descrição: Este projeto tem como eixo central para seu desenvolvimento, a pesquisa da história da sesquicentenária editora Francisco Alves, fundada em agosto de 1854, e que foi durante as últimas décadas do século XIX e as quatro primeiras do século XX, a principal editora brasileira, tendo como base de sua atividade as edições de livros escolares, técnicos e didáticos em geral. Pretendeu-se conhecer como de uma pequena loja de livros, fundada por um emigrante português, que veio muito jovem para o Brasil, Nicolau Antônio Alves, veio a se constituir, sob a direção de seu sobrinho, Francisco Alves de Oliveira, na editora moderna que chegou a dominar, segundo Nelson Werneck Sodré, quase noventa por cento do mercado do livro escolar no país, além de se ter expandido para a Europa, criando, a partir da compra de editoras portuguesas e francesas, uma rede horizontal e vertical de produção e distribuição, internacional, de livros no idioma português e mesmo em francês.

Financiamento: CNPq – Edital Universal 2004.

Situação: Concluído


Período: 2003-2005

Título: Francisco Alves na História Editorial Brasileira 1850-1920

Descrição: O lugar do editor e livreiro Francisco Alves (1848-1917) na historiografia brasileira tem sido um espaço de equívocos. Com uma atuação situada entre os editores estrangeiros instalados no país, como os Garnier e os Laemmert, e o breve mas brilhante trabalho do editor Monteiro Lobato, nunca antes sua trajetória mereceu uma pesquisa séria. Sua figura está mal esboçada pelas memórias de uma época marcada pelo francesismo e pelo ferrenho antilusitanismo pré e pós implantação da República , e obscurecida pela sedução exercida pela figura de Monteiro Lobato, que foi alçado ao questionável lugar de fundador de nosso indústria do livro . O objetivo principal do trabalho é contribuir para a construção da história editorial brasileira, até hoje dependente da obra do brasilianista britânico Laurence Hallewell, reconfigurando o lugar de Francisco Alves nessa história, como um editor dinâmico, de práticas empresariais modernas, que remunera correta e condignamente os autores por ele editados, e como principal responsável pelo período áureo da editora mais antiga em funcionamento em nosso país. . 

Situação: Concluído.


b) Projetos de preservação de acervos 


Período: 2008-2009

Título: Memória editorial: preservando fontes primárias para a história da vida literária brasileira (1854-1954)

Descrição: Objetivo central: transformar uma documentação rara e valiosa de nossa história editorial, que compõe o acervo arquivístico do Núcleo de Pesquisa Livro e História Editorial (LIHED) da Universidade Federal Fluminense (UFF), atualmente em processo de deterioração, num moderno Centro de Memória Editorial Brasileira, de acesso público a pesquisadores das áreas afins, possibilitando maior e melhor conhecimento da vida literária brasileira no período de 1854 a 1954. Objetivos específicos: Tratamento técnico, acondicionamento e medidas de conservação preventiva, inclusive ambientais, do acervo documental dos arquivos da antiga livraria e editora Francisco Alves, visando identificar as causas e deter o processo de degradação atual, iniciar sua recuperação e cuidar da preservação, para que seja possível oferecer acessibilidade pública a pesquisadores da vida literária brasileira e áreas afins; b) Pesquisa para detalhamento das características específicas de cada volume do acervo, identificação, fichamento, organização, catalogação e informatização da documentação; c) Organização de banco de dados da documentação e de suas referências para disponibilização pública, em meios impresso e digital; d) Criação, organização e manutenção de sítio virtual do LIHED/UFF para oferecer maior visibilidade e acessibilidade ao acervo bibliográfico e documental e ao seu banco de dados; e) Edição de um livro coletivo, organizado pelo proponente, sobre a história da Francisco Alves, a importância de seu fundo editorial e acervo documental e sobre a necessidade de maior atenção e cuidado com a preservação de fundos e acervos editoriais em geral; f) Organização e realização de evento acadêmico, composto por um colóquio sobre a importância da preservação documental dos arquivos e fundos editoriais para a construção da história da vida literária e da história editorial e do livro no país, em que sejam apresentadas e discutidas metodologias e políticas de preservação da documentação, em especial, a relativa a contratos e pagamento de direitos autorais, tiragens, circulação, distribuição e consumo de livros; e por um seminário sobre a mais antiga editora privada brasileira em funcionamento no país. g) Exposição de parte do acervo documental e de edições príncipes ou especiais (relativas ao período de 1854-1954) do fundo editorial da Francisco Alves do LIHED/UFF.

Financiamento: Petrobras – Petróleo Brasileiro S.A. – Lei Rouanet – Ministério da Cultura

Estado atual: Parcialmente concluído. Em andamento.


Período: 2009-2010

Título: Livro, História Editorial e Vida Literária em Jornais e Suplementos da Imprensa Brasileira

Descrição: O projeto visa higienizar, identificar, organizar e classificar periódicos brasileiros e suplementos literários e/ou culturais do acervo especializado do Núcleo de Pesquisa sobre Livro e História Editorial LIHED, no âmbito do projeto "Centro de Memória Editorial no LIHED/UFF: Preservando fontes primárias para a história editorial e para vida literária brasileira (1854-1954)", desenvolvido com apoio da FAPERJ Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, em 2008, no âmbito da linha Apoio a Acervos APQ4 . O projeto que tem como objetivo, também, em etapa posterior, indexar, digitalizar e dar acessibilidade pela rede, inicialmente se dedicará aos periódicos de S. Paulo: Correio do Livro, Leia Livros e Caderno Mais da Folha de São Paulo; do Rio de Janeiro: Jornal de Letras, Caderno Idéias do Jornal do Brasil e Suplemento Prosa e Verso de O Globo, além de cerca de cinco dezenas de pastas de recortes de jornais referentes à edição e lançamento de livros, crítica e registros da vida literária brasileira. . 

Financiamento: Universidade Federal Fluminense – Pro-Reitoria de Assuntos Acadêmicos – Proac, através do Projeto Bolsa-trabalho.

Situação: Em andamento.


Período: 2008-2009

Título: Centro de Memória Editorial no LIHED/UFF: Preservando fontes primárias para a história editorial e para a vida literária brasileira (1854-1954)

Descrição: O LIHED/UFF, formado em 2001, é responsável por um acervo, bibliográfico e documental, único na universidade brasileira, voltado exclusivamente para os temas ligados à área do livro e da história editorial brasileira, que inclui parte considerável dos arquivos históricos da mais antiga editora brasileira privada em funcionamento no país, a Francisco Alves, criada em 1854. O conjunto do acervo formado pelos livros e documentos históricos da Livraria Francisco Alves, no período de 1854-1950, foi cedido pela atual direção da empresa. Constitui-se de cerca de 180 livros em grande formato, que vêm desde a fundação da editora, das áreas administrativa e contábil, comercial e editorial, de registro de edições e de contratos com autores, de distribuição e vendas nas livrarias da empresa, no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, além de distribuidores e consignatários, no Brasil e no exterior, além de grande parte do fundo editorial das publicações do período inicial dos 100 anos de atividades. O projeto prevê a criação das condições adequadas de armazenamento e manuseio, e, principalmente, a realização de trabalhos de higienização, identificação, conservação e catalogação e disponibilização aos pesquisadores, tendo como objetivo a constituição de um Centro de Memória Editorial Brasileira, que se constitua em um espaço de excelência em estudos do livro e da cultura letrada brasileira. 

Financiamento: Faperj

Estado atual: concluído.

 
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